Para Vílson Tadei: Lições que só se aprende na derrota


Amigo bugrino, ninguém gosta de perder. Mas esta derrota em casa (1×2) para o Americana foi importante para acender de vez o sinal amarelo no Guarani e, por consequência, trazer para discussão problemas que necessitam ser corrigidos imediatamente. Passadas 6 rodadas, o Guarani já perdeu oportunidades demais e não as tem compensado adequadamente. Agora não temos dúvidas de que os empates “sofridos” contra Criciúma e Sport foram resultados mais negativos que positivos.

O que salva é que o time não é ruim tecnicamente e parece ter condições de desempenhar mais. Para isso, é necessário foco nas melhorias e aprender as lições da derrota. O responsável em empreendê-las é o técnico Vílson Tadei. Tentarei enumerá-las.

1º: Matar o jogo. Fizemos o primeiro gol no começo do jogo, em jogada individual (e de muita raça!) de Fernandão (aquele que vai abalar o chiqueirão). Em seguida, o Guarani dominou a partida e não cumpriu a obrigação de matar o jogo. Várias chances de gol foram desperdiçadas.

2º: Bola aérea em bola parada. Errar é humano. Errar novamente é falta de atitude e de treinamento. É o segundo gol de escanteio que sofremos. A bola está parada e os seus destinos possíveis são previsíveis e todos tem tempo de se posicionar. Se o atacante chegou na bola, quer dizer que o zagueiro também podia chegar. Nossa defesa tem valores individuais bons, mas coletivamente o sistema não está funcionando.

3º: Liderança.  Não culpo Fernandão por ter errado o pênalti. Ele conquistou créditos e esperamos que não os consuma. Mas culpo sim o Tadei pela falta de autoridade. Fernandão estava confiante, mas não está na lista dos batedores oficiais, com aproveitamento melhor nos treinamentos. Em campo, ainda estavam Chiquinho e Felipe, conforme declaração do próprio Tadei. Baralho! Treina-se para que então? O Guarani não é a casa da mãe Joana! Tadei deveria ter barrado Fernandão de cobrar o pênalti, mas prefiriu omitir-se.

No mais, a torcida tem criticado também as substituições de Tadei, mas considero os 3 aspectos acima como mais importantes que as substituições. Pelo bem do Guarani.

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About ftronc

42 anos. Pai. Marido. Bugrino. Meu time é o único Campeão Brasileiro do Interior.

Posted on 18/06/2011, in Resultados, Tática, Técnico. Bookmark the permalink. Deixe um comentário.

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